FEIRA DE SANTANA ☼ Comerciantes cobram mais segurança no Centro de Abastecimento - Observador Independente

EM PAUTA

B2

Post Top Ad

banner gif 728x90

sexta-feira, 12 de maio de 2017

FEIRA DE SANTANA ☼ Comerciantes cobram mais segurança no Centro de Abastecimento

O Grupo Pensar Feira promoveu uma reunião ontem (12), na Câmara Dirigentes Lojistas, em Feira de Santana, para tratar da segurança no Centro de Abastecimento e outras questões ligadas ao dia a dia do local. De acordo com um dos integrantes do grupo, Alfredo Falcão, os comerciantes estão preocupados com a violência no entreposto comercial e cobram do governo municipal a revitalização do lugar.


“O centro da cidade em Feira de Santana tem um movimento graças ao Centro de Abastecimento e nós temos agora uma oportunidade de revitalizar o centro com a construção do shopping popular. No Centro de Abastecimento trabalham mais de 15 mil pessoas e Feira precisa desse local funcionando plenamente. A gente sabe que há um esforço para ele funcionar, mas não está funcionando, e é preciso que se adéqüe”, afirmou Falcão.

O secretário de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Social, Antônio Carlos Borges Júnior, informou que várias instituições, entre elas a Associação dos Comerciantes e Trabalhadores do Centro, participaram da reunião.

“Ficou definido que é necessária uma maior atenção para a questão da segurança e foi colocado o posicionamento em relação ao som de alguns boxes, vândalos que destroem banheiros e também lanceiros que fazem algumas ações junto ao consumidor e ao permissionário. Também foi discutida a questão da droga na área. Essas ações a gente precisa ter um maior policiamento, maior estrutura para ver como poderemos resolver essa questão”, afirmou o secretário.


Borges Júnior disse ainda que a prefeitura está buscando alternativas para possíveis soluções, principalmente para a questão da segurança. De acordo com ele, as outras ações que foram também definidas são os caminhões que chegam de outras cidades e os proprietários vendem em cima do veículo, prejudicando os permissionários, que pagam seus tributos e não têm como concorrer.

“Então foi discutida uma nova forma de como devemos equacionar isso, dando uma carga horária para quem chega de fora, pra dar condição àqueles que trabalham lá. Outra questão que foi colocada é a área dos estacionamentos. Existe um que já está concluído, mas existe uma área que poderá ser também utilizada, pois é necessária uma área para o consumidor e outra para os caminhões que chegam de fora. Por fim, teve a questão da Ceasa. Se é mais interessante estruturar no próprio centro ou a possibilidade de buscar outro local no futuro. Isso tem que ser um estudo bem elaborado, em que deve ser ouvida toda a comunidade”, ressaltou o secretário.

Publicidade

Publicidade

Post Bottom Ad

JPG 728x90