SALVADOR 🐕 Homem acusa vereadora Ana Rita Tavares de invadir sua casa e levar o cachorro da família - Observador Independente

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sexta-feira, 12 de maio de 2017

SALVADOR 🐕 Homem acusa vereadora Ana Rita Tavares de invadir sua casa e levar o cachorro da família

Intitulada defensora dos animais, a vereadora Ana Rita Tavares (PMB) acabou se envolvendo em mais uma polêmica para resgatar um cachorro. Na última segunda-feira (8), de acordo com o agente de combate às endemias Josué Ferreira, a vereadora invadiu sua casa, na Fazenda Grande do Retiro e levou o cachorro da família, alegando que o animal sofria maus tratos. 

Entretanto, segundo o morador, a parlamentar não apresentou autorização para entrar na residência e levar o cão. Em janeiro, ela levou cinco animais da casa de uma estudante, no Matatu de Brotas. 

O servidor publicou contou que a Polícia Militar, que estava fortemente armada, também participou da ação, o que assustou filhos e esposa de Josué. "Eu até agora estou perplexo. Eu não estava em casa, minha esposa estava com duas crianças", disse ao Metro1, nesta sexta-feira (23).

De acordo com Josué, o animal de estimação da família ficava em uma casinha na laje da residência e, diferentemente da versão apresentada por Tavares, não era tratado de forma inadequada. "Ela alegou que o animal estava no relento, sem nenhuma proteção. 

A vereadora ainda ficou fazendo "merchandising" dela, mostrando para a população, dizendo que eu sou maltratador de animais. Ele não estava ferido, nada disso não", acrescentou.

Nas imagens publicadas no Instagram de Ana Rita, a vereadora exibe o cachorro e diz que um oficial de justiça havia autorizado a entrada na casa da família. "Esse cachorrinho vivia chorando nas noites de chuva e a vizinhança toda revoltada. Ele foi flagrado numa laje sem nenhum tipo de proteção", diz a parlamentar. No vídeo, a casinha do cachorro chega a aparecer, mas coberta por uma telha.

Ainda segundo Josué, apenas uma vizinha reclamou do animal, que por sinal, trabalha na ONG fundada por Ana Rita. O servidor já prestou queixa na 4ª Delegacia de Polícia de São Caetano, mas reclamou da exibição do seu nome. "Ela me botou como criminoso e eu estou sendo esculachado nas redes sociais. Eu fui exposto, meu nome foi jogado no lixo pelas pessoas que me conhecem", acrescentou.

O advogado de Josué, Ângelo de Souza, disse que o primeiro passo para que o cachorro da família seja resgatado é recorrer da decisão judicial. "Vamos mostrar a ilegalidade por parte da instituição autora do processo para que seja a revertida a liminar e a guarda seja retomada", explicou. Assim como o servidor de combate a endemias, a defesa de Josué garantiu que o objetivo da vereadora foi midiático. "Ela hoje utiliza a ONG para fazer uma campanha política, como se fosse uma ação dela".

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