SANTO ANTÔNIO DE JESUS: Sindicato se manifesta em frente ao Hospital Regional devido a salários atrasados há mais de dois meses - Observador Independente

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terça-feira, 30 de maio de 2017

SANTO ANTÔNIO DE JESUS: Sindicato se manifesta em frente ao Hospital Regional devido a salários atrasados há mais de dois meses

O Sindicato dos Servidores da Saúde (Sindsaúde) estão em um ato manifesto nas dependências do Hospital Regional de Santo Antônio de Jesus por conta dos salários atrasados dos servidores na manhã desta terça-feira (30). Segundo informações do presidente do sindicato, Benivaldo Bonfim, a categoria reivindica mais uma vez os salários atrasados, que segundo declarou em entrevista a uma emissora de rádio, estão mais uma vez há mais de dois meses em atraso. 

Ainda de acordo Bonfim foi constatado diversas irregularidades na documentação dos funcionários demitidos e segundo declarações há erros nas homologações, “o desrespeito da direção desta Unidade é muito grande com os servidores. São mais de dois meses com os salários em atraso. É um descaso com os trabalhadores, com a justiça e com as autoridades”, pontuou. Benivaldo Bonfim informou ainda que o FGTS dos trabalhadores está em aberto impossibilitando que o servidor demitido usufrua do Fundo além das rescisões que ainda não foram pagas, “ o Instituto garantiu que tinha aporte para o pagamento e foi detectado irregularidades.

 O FGTS não foi pago além do recolhimento do INSS na folha do trabalhador sem realizar o repasse. Se apropriaram, pois descontaram e não repassaram. Toda essa informações podem ser confirmadas no Portal da transparência”, disse o sindicalista. O Ministério Público foi acionado por conta do descumprimento de algumas medidas acordados entre o sindicato e o Instituto responsável pelo Hospital Regional.

O sindicato informou ainda que não há possibilidade de diálogo e alegam que não foram procurados pela instituição para resolver o problema e ameaça nova paralização dos servidores, “é vergonhoso não só para o Hospital como para a cidade. Quando paralisamos qualquer atividade em um hospital, o maior prejudicado é a população que necessita do serviço. 

As autoridades e o governo precisam se posicionar. Eles não admitem dialogo e dificulta quais quer tipo de acordo. O que queremos é apenas o pagamento dos salários e condições dignas de trabalho para o servidor”, completa.(Voz da Bahia)

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