UPAE E HDM reforçam importância da prevenção à Hanseníase em Petrolina - Observador Independente

UPAE E HDM reforçam importância da prevenção à Hanseníase em Petrolina

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Crédito da foto :: Divulgação



De acordo com informações divulgadas recentemente pela Secretaria de Saúde de Pernambuco, o estado é o 8º com mais notificações de novos casos da doença, quando se leva em conta a população geral. Na faixa etária de até 15 anos, Pernambuco fica em 3º lugar nacional. 

O mesmo boletim também aponta que houve uma queda de cerca de 10% no aparecimento de novos casos entre 2017 e 2018, além de uma redução de 30% com relação ao público infanto-juvenil. Mas, esses números ainda estão longe do ideal, principalmente entre crianças e adolescentes.

As condições socioeconômicas e ambientais, aliadas à falta de informação, são as que mais favorecem a manutenção dessa cadeia, dificultando o diagnóstico precoce e a avaliação dos contactantes do paciente infectado. 

"Quando existe criança doente na população significa que a doença está em atividade. Então, nesse caso, temos um adulto doente sem tratamento transmitindo a doença. Os pequenos não transmitem a hanseníase porque a quantidade de bacilo que reproduzem é pequena", esclarece a hanseniologista da UPAE Petrolina, Dra. Tânia Moreno.

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