Bloco homenageia entidades femininas do Candomblé em desfile na quinta de carnaval, no Campo Grande em Salvador - Observador Independente

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27 de fevereiro de 2019

Bloco homenageia entidades femininas do Candomblé em desfile na quinta de carnaval, no Campo Grande em Salvador

Crédito da foto :: Divulgação



'A Mulherada' terá apresentação dividida em alas e deve sair às 17h.



Alegria e militância do grupo embalarão à avenida, por volta das 17h, quando ocorrerá o desfile, divido em alas. A passagem do bloco celebrará seus 18 anos de história. 


Homenageando as raízes ancestrais das mulheres negras do Candomblé, o bloco A Mulherada desfila no Circuito Osmar, no Campo Grande, em Salvador, na próxima quinta-feira (28), com o tema “Mistérios da África – as yabás, orixás, mães e rainhas”.

A alegria e militância do grupo embalarão o bairro carnavalesco com suas várias alas, por volta das 17h. A passagem do bloco celebrará ainda os 18 anos de história do grupo.

Durante toda a festa, as entidades de matriz africana, que são homenageadas, serão representadas pelas orixás Iansã, Iemanjá, Oxum e Nanã, com decoração do mini-trio sob o comando das cores azul, vermelha, amarela e lilás, que simbolizam as divindades.
Crédito da foto :: Divulgação

O desfile começará com apresentação de 60 percussionistas, 30 baianas, 40 rainhas afro, 30 mulheres compondo a Ala Feminista, além de um carro alegórico em homenagem às Yabás, com um conjunto de 100 dançarinas.

Em seguida, desfilam as alas das Baianas, das Yabás, Orixás, Mães e Rainhas, a das Yabás Contemporâneas, composta por jovens e mulheres negras oriundas das comunidades do Pelourinho.

Outras cinco alas performáticas, formadas por dançarinas com figurinos que representam as águas e seus milagres, demonstrando relação de cada uma delas com a dança das águas, também participarão do desfile.

Com quase duas décadas de história, o bloco nasceu de um projeto social com finalidade de defender os direitos das mulheres negra a partir de ações de combate à discriminação racial e de gênero, além de estímulos à autoestima e defesa dos direitos civis.

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