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28 de fevereiro de 2019

Crítico da lei, Fagner lança autobiografia com auxílio de recursos da Rouanet

Foto: Divulgação



Cantor cearense afirmou que soube da informação apenas após a captação do recurso



O cantor e compositor Raimundo Fagner foi alvo de diversas críticas nos últimos meses após declarar apoio a Jair Bolsonaro na corrida presidencial e criticar a Lei Rouanet. No entanto, uma informação pegou o público de surpresa nesta quarta-feira (27). A biografia do cearense nomeada como “Quem me levará sou eu” contou com recursos financeiros captados através da lei.

Em entrevista concedida ao Globo em 2013, Fagner, que à época comemorava 40 anos de carreira, fez duras críticas aos artistas de renome nacional que utilizavam a lei para conseguir recursos.

Quem me segura é o povo, nunca achei que devesse recorrer a lei de incentivo. Lei é para quem não tem grande vínculo com a massa, pra artista que está começando. Eu tenho vínculo com a massa. No dia que isso acabar, em que o povo não me quiser mais, tô fora, 
disparou.

Procurado pela Fórum nesta manhã, o artista afirmou que ‘não gostou’ da decisão e confidenciou que reclamou com os responsáveis.

“Quando olhei, a cena já estava feita, não tive muito o que fazer. Mas não gostei e reclamei”, explica, apesar de tudo ficar por isso mesmo”.

Natural de Fortaleza, Fagner está em atividade desde 1968. Durante a carreira, ele respondeu por plágio após incluir poemas de Cecília Meireles em duas músicas, sem citar a poeta.

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