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25 de março de 2019

Agentes de trânsito de Camaçari são acionados pelo MP e podem perder o cargo por conduta irregular



Os agentes da Superintendência de Trânsito e Transporte de Camaçari (STT), Fábio Silva dos Santos, Anderson Silva Rodrigues e José Pereira de Cerqueira, foram acionados pelo Ministério Público estadual por agredirem um motorista e tomarem seu celular durante uma abordagem. 

Na ação civil pública, o promotor de Justiça Everardo Yunes pede que a Justiça determine a perda da função pública dos agentes, além da suspensão dos seus direitos políticos, pagamento de multa e proibição de contratar com o Poder Público.

Na ação, o promotor de Justiça relata que, no dia 28 de novembro de 2018, às 10h, agentes de uma guarnição da STT teriam notado, “à distância”, que um motorista estaria “supostamente cometendo a infração de parar o veículo que conduzia em local irregular no estacionamento da Prefeitura de Camaçari”. 


HOMEM É AGREDIDO POR AGENTES DA STT EM CAMAÇARI A cada dia recebemos dezenas de reclamações contra o serviço da STT em Camaçari, demonstrando total despreparo por parte dos agentes, supervisores e diretores do órgão. Na manhã desta quarta-feira (28), no estacionamento da Prefeitura Municipal de Camaçari, um homem teve seu celular tomado a força por agentes, é coagido pelo grupo de servidores, agredido e ainda recebeu jato de gás de pimenta nos olhos. Como se não bastasse os agentes usam a viatura da STT para fechar o veículo do rapaz, que não teve a identidade revelada, impedindo sua saída. Esses funcionários despreparados NÃO TEM COMPETÊNCIA! Isso não é a primeira vez que acontece. Isso é inaceitável!!! aguardamos o possicionamento do Orgão para que possam exclarecer o caso! EMAIL: pegavisaocamacari16@gmail.com
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O promotor conta que o agente Anderson Rodrigues desceu da viatura, advertiu o motorista e “reteve seu celular, para impedi-lo de gravar a abordagem”. Posteriormente, com a chegada de uma nova guarnição da STT, o motorista solicitou que os agentes acionados devolvessem o seu aparelho celular. 

A ação traz nos autos imagens de gravações celulares realizadas por “cidadãos indignados” mostrando que, “nesse momento, o motorista foi rodeado e agredido fisicamente, com empurrões e socos”, pelos três agentes acionados. Além das imagens, a ação se baseia em depoimentos de testemunhas que atestam que “em nenhum momento, o motorista agrediu ou ofendeu os agentes”.

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