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29 de março de 2019

Após 17 dias de greve, contra a reforma da previdência, Justiça determina que professores de Feira de Santana voltem ao trabalho


Justiça determina que professores da rede municipal voltem ao trabalho.


A Justiça da Bahia determinou nesta quinta-feira (28) que os professores da rede municipal de ensino de Feira de Santana, cidade a cerca de 100 km de Salvador, voltem a trabalhar. A categoria está em greve desde o dia 11 de março, por razões políticas e contra reforma da previdencia. 

A decisão foi tomada após ação da Prefeitura de Feira de Santana. De acordo com a ordem, o trabalho deve ser retomado em 24h, após a publicação da determinação. Em caso de descumprimento, uma multa diária no valor de R$ 10 mil será cobrada. A decisão cabe recurso.

Em contato com a reportagem, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB) informou que, como a decisão ainda não foi publicada, a greve será mantida na sexta-feira (29). Nesta quinta, a categoria realizou assembleia na cidade.

A categoria decidiu pela greve após uma assembleia realizada no dia 7 de março. De acordo com a APLB, a categoria está em campanha salarial desde novembro do ano passado.

Além do reajuste salarial de 4,7%, os professores pedem uma reformulação do Plano de Carreira Unificado, o aumento da Função Gratificada (FG) dos diretores, que hoje está no valor de R$ 176, e a reabertura das negociações sobre os precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF).

O sindicato também pede a alteração de carga horária de todos os professores e o restabelecimento do convênio com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA), para a formação profissional, chamada de Profuncionário. Os professores também reclamam da estrutura física das escolas e falta de merenda para os alunos.


Foto: Divulgação/APLB

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