🏴 Morre o diretor e ator baiano Nonato Freire - Observador Independente

🏴 Morre o diretor e ator baiano Nonato Freire

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Crédito da foto :: Reprodução Redes Sociais



Correio24Horas


Artista esteve em filmes como Caveira My Friend (1970) e Cidade Baixa (2005).


Figura marcante da cena cultural baiana, o ator, diretor, compositor e produtor Nonato Freire morreu na manhã desta segunda-feira (11), aos 74 anos, devido a complicações de uma pneumonia. O sepultamento será nesta terça (12), às 10h, no Cemitério Jardim da Saudade, em Brotas.

Natural de Ilhéus, no sul da Bahia, Nonato veio para Salvador pela primeira vez aos nove anos. Aos 17, depois que se mudou para Fortaleza-CE com a família, tornou-se ator. De volta à capital baiana, aos 23, juntou-se às atrizes Nilda Spencer e Sônia dos Humildes, e formaram um grupo de teatro. 

Ao longo de 57 anos de carreira, passeou por diversas áreas no universo das artes cênicas, inclusive como diretor, produtor, roteirista, compositor, iluminador e maquiador.

Nonato participou de filmes como Caveira My Friend (1970), de Alvinho Guimarães, Nem Tudo é Verdade (1986), de Rogério Sganzerla e Cidade Baixa (2005), de Sérgio Machado. Também atuou em vários curtas, como Doido Lelé, de Ceci Alves. “Jamais vou esquecer da alegria de te ter no meu set, na minha vida. Obrigada e vá em paz, que, por aqui, além do amor, fica o silêncio e a tristeza”, escreveu Ceci, nas redes sociais.

Nos últimos anos, Nonato ocupava o cargo de coordenador executivo de produção da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA). O órgão lamentou a morte através de nota e lembrou que entre os projetos mais queridos de Nonato estava o CineCult, onde os funcionários da Secretaria podiam assistir, uma vez por semana, a curtas nacionais e internacionais.
Nonato era um amigo muito querido e foi uma das pessoas mais importantes do cenário artístico cultural da Bahia. Me lembro muito bem, eu, adolescente e começando minha carreira de jornalismo, conheci Nonato como figura fundamental do digamos assim jet set cultural da capital […] 
recordou o jornalista Osmar Marrom Martins, do CORREIO.

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