CASO SUZANO 🏴 Assassino de 17 anos matou comparsa e se suicidou em seguida; 10 morreram - Observador Independente

CASO SUZANO 🏴 Assassino de 17 anos matou comparsa e se suicidou em seguida; 10 morreram

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Crédito da Foto: divulgação



Com informações do SBT Brasil



O assassino Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, matou o comparsa, Luiz Henrique de Castro, de 25, e se suicidou em seguida, segundo informações da polícia. Outras oito pessoas morreram, incluindo o tio de Luiz, antes dos criminosos chegarem ao cenário do ataque, quatro alunos e duas funcionárias da escola Professor Raul Brasil, em Suzano, na Grande São Paulo.

Ainda de acordo com a polícia, os dois tinham um pacto de que fariam o ataque e depois se matariam. Além disso, Guilherme e Luiz estavam pesquisando, na internet, massacres em escolas dos Estados Unidos.

No local, a polícia militar encontrou um revólver 38, uma besta (uma arma semelhante a um arco e flecha), coquetéis molotov e uma mala com fios.

Estudantes que presenciaram o ataque ainda alegaram que os criminosos possuíam uma faca e um machado pequeno.

Veja a relação das mortes:

  • Caio Oliveira, 15 anos, estudante
  • Claiton Antonio Ribeiro, 17 anos, estudante
  • Douglas Murilo Celestino, 16 anos, estudante
  • Kaio Lucas da Costa Limeira, 15 anos, estudante
  • Samuel Melquiades Silva Oliveira, 16 anos, estudante
  • Eliana Regina de Oliveira Xavier, 38 anos, funcionária
  • Marilena Ferreira Vieira Umezo, 59 anos, coordenadora pedagógica
  • Guilherme Taucci Monteiro, 17 anos, assassino
  • Luiz Henrique de Castro, 25 anos, assassino
  • Jorge Antonio de Moraes, 51 anos, tio de Guilherme

Além desses nomes, outras nove pessoas ficaram feridas: Anderson Carrilho de Brito, Guilherme Ramos, Adna Bezerra, Beatriz Gonçalvez, Jennifer Silva Cavalcanti, Leonardo Vinícius santana, Letícia Melo Nunes, Murilo Gomes Louro Benite e Samuel Silva Felix.

O CASO

Antes do ataque à escola, o atirador mais novo havia executado o próprio tio. Jorge Antônio Moraes era comerciante e proprietário de uma loja de automóveis, próxima ao local do atentado. Guilherme Tauci, que havia sido demitido da loja, executou o tio a tiros e roubou o veículo utilizado para chegar ao colégio.

Dentro da escola, as primeiras vítimas da dupla foram Marilena Ferreira Vieira Umezo, coordenadora pedagógica, e Eliana Regina de Oliveira Xavier, funcionária da escola. Em seguida, ambos se dirigiram ao pátio do colégio e iniciaram o ataque aos alunos.

Pablo Henrique Rodrigues, Clayton Antônio Ribeiro, Samuel Melquíade Silva de Oliveira, Douglas Murilo Celestino, Caio Oliveira e uma vítima ainda não identificada morreram no local. Os corpos dos cinco alunos, das duas funcionárias e dos dois assassinos foram encaminhados para o Instituto Médico Legal da região.

Já os alunos feridos foram encaminhados para o Hospital Santa Maria, em Suzano, onde receberam os primeiros socorros. Alguns foram transferidos posteriormente para outras unidades para que fossem feitas intervenções cirúrgicas e outros atendimentos. O estado de saúde dos estudantes feridos ainda não foi divulgado.

O atentado foi abreviado pela chegada da Força Tática da Polícia Militar, que estava na região atendendo o chamado de tiros na loja de veículos de Jorge Antônio. Até então, o ocorrido era considerado um caso isolado de latrocínio, ou seja, uma tentativa de roubo seguida de morte.

Após os primeiros disparos na escola Raul Brasil, o tempo de resposta da PM foi de pouco mais de oito minutos. Ao perceber a chegada dos oficiais, os atiradores se suicidaram.

Em meio à ação, alunos conseguiram fugir pulando o muro ou arrombando o portão da escola. Outros ainda se esconderam na despensa da cantina do colégio. Vinte e cinco deles tiveram suas vidas salvas pela merendeira Silmara Cristina Silva de Moares, de 54 anos, que abrigou estudantes em sua casa até que a polícia interviesse.

Ainda não se sabe o motivo do ataque.

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