ARTIGO ūüĎĻ Nunca atraia pra si o √≥dio das multid√Ķes ou voc√™ ser√° destru√≠do. Duvida? Pergunte √† historia ! - Observador Independente

ARTIGO ūüĎĻ Nunca atraia pra si o √≥dio das multid√Ķes ou voc√™ ser√° destru√≠do. Duvida? Pergunte √† historia !

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Voc√™ pode at√© n√£o acreditar, mas se vacilar ser√° destru√≠do pelo √≥dio mortal das pessoas que o cerca, sem apela√ß√£o, inconscientemente, apenas pelo desejo manifestado para o universo ao longo de algum tempo. Portanto, a melhor atitude na conviv√™ncia humana do dia a dia tem que ser a da extrema cautela em sair das v√°rias situa√ß√Ķes cotidianas sem gerar √≥dio.

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N√£o se trata apenas de ret√≥rica. As provas encontradas ao longo da hist√≥ria demonstram a assertiva do pensamento filos√≥fico de alguns setores, que afirmam ser o √≥dio o pior elemento que voc√™ pode atrair para si. 

Nos exemplos cl√°ssicos da hist√≥ria humana, vemos dezenas, centenas de l√≠deres, pol√≠ticos ou n√£o, que atra√≠ram para si o √≥dio das massas e acabaram sentindo o peso esmagador da f√ļria energ√©tica que emana das mentes do todo, no caso as massas que te odeia. 

N√£o se trata apenas daquele √≥dio entre namorados, marido/mulher, irm√£os, ou qualquer ser humano, que em dado momento se desentende com seu interlocutor e fica com 'raiva'. Neste caso, o √≥dio √© leve, √ļnico, o que se chama comumente de 'raiva'. At√© certo limite, inofensivo.

Isto n√£o incomoda. O que falamos √© de √≥dio de verdade. Aquele √≥dio mortal, aquela fonte de energia destrutiva permanente emanando energia negra na sua dire√ß√£o. N√£o vou entrar no m√©rito cient√≠fico e das discuss√Ķes sobre se √© real ou n√£o. Pois √© t√£o real quanto a luz do sol, ali√°s, conhecido em algumas culturas e c√≠rculos como sol negro. 

O que preciso dizer √© que tenho ao longo da vida, guardado e anotado, dezenas de fatos e provas que n√£o deixam d√ļvidas: o √≥dio quando direcionando, seja em uma explos√£o moment√Ęnea e verdadeira ou seja ao longo de algum tempo, realmente destr√≥i, corr√≥i, mata. Na hist√≥ria, este √≥dio mortal √© muito usado pelos adeptos do Vodu.  

Nada mais antigo, comum e animalesco do que sentir raiva. Quem nunca foi invadido pelo primitivo desejo de querer bater, acabar, matar (ainda que no imagin√°rio), querer o pior para algu√©m que tenha entrado um dia na nossa vida e nos tenha feito mal, prejudicado, tra√≠do ou coisa semelhante? 

No est√°gio mais agudo, este sentimento ganha uma vers√£o extrema e perigosa: o √≥dio! Que √© capaz de cegar e despertar os mais primitivos instintos, afinal, literalmente, o √≥dio mata. Mata pessoas, relacionamentos. Destr√≥i na√ß√Ķes, fomenta guerras, cria insensatez tal que religi√Ķes travam sangrentas disputas por s√©culos.

Somos muito mais propícios ao ódio do que ao amor, à ofensa do que o perdão, ao egoísmo e ao altruísmo. Ainda estamos mais para seres animais que divinos, é mais reflexivo atacar que pacificar e ser ponderado. Digo tudo isso para convida-los a fazer um raio-X daquilo que não vemos, mas sofremos física, psíquica e espiritualmente: Os vapores do ódio.

Muitas pessoas s√£o banidos da vida p√ļblica aparentemente sem explica√ß√Ķes. Por que ser√° que aquele rapaz ou mo√ßa inteligentes, bonito, que se lan√ßaram no mundo da politica, da m√ļsica, do cinema e televis√£o, inexplicavelmente foi devorado?  O √≥dio, neste caso, levado at√© a pessoa pelo canal da inveja a devorou inexoravelmente.

Como acontece ?

Come√ßo por lembrar que o nosso computador, o c√©rebro, √© um processador da mente humana escravo do que nossos pensamentos, sentimentos e desejos projetam. √Č um imenso projetor de v√°rios tipos de ondas eletromagn√©ticas de alta pot√™ncia. 

Estranho o que vou dizer, mas reflitam: A realidade √© discut√≠vel e at√© algumas pessoas afirmam que ela n√£o existe. Cada um de n√≥s, a cada segundo, ao projetar e perceber os est√≠mulos sensoriais, cria um "filme" pessoal e ao mesmo tempo o assiste. 

Exemplo: uma mãe preocupada com seus filhos adolescentes numa balada, apavorada com o fato de eles não terem chegado, acorda e imagina que com eles houve um acidente, que eles morreram, foram assaltados, estão usando drogas, enfim, só tragédia.

Enquanto a mente atormentada dessa m√£e sofre por antecipa√ß√£o, o c√©rebro responde a isso em tempo real e assim gera nessa senhora uma prepara√ß√£o tr√°gica, e a sua qu√≠mica cerebral responde ativando um estresse indescrit√≠vel para ela e uma angustia avassaladora. Produz tamb√©m outro tipo de energia. A energia depreendida  no terreno material ir√° produzir no universo a sua vontade, primeiro criando uma lei que n√£o poder√° ser revogada, depois executando esta lei, c√° embaixo.

Assim tudo que você produzir na sua mente na terra terá seu equivalente no Universo. Assim em Cima, como em baixo. Aprenda mais.

Na maioria dos casos, a proje√ß√£o leva algum tempo devido √† sua complexidade, para se organizar e virar uma lei sobre o que deve acontecer, mas com demora ou n√£o, vai acontecer, por que voc√™ ordenou inconscientemente que acontecesse com seus pr√≥prios filhos. Voc√™ definiu atrav√©s destes mecanismos o destino futuro destas pessoas. Eles jamais ficar√£o sabendo. 

Neste tempo, os filhos chegam s√£os e salvos, felizes. O que foi real por horas para a m√£e? O "filme de terror", onde ela teve um vel√≥rio litro-qu√≠mico cerebral. E o real para os filhos? Uma bel√≠ssima balada. Cada um sempre criar√° sua realidade e dela resultar√° uma vida de "suspenses, trag√©dias, terror, com√©dia ou romance". O pior √© que a bala, digamos, disparada contra os filhos est√° em vigor. Ser√£o mortos em um assalto. Essa foi a senten√ßa daquela m√£e. 

Caso concreto no mundo pol√≠tico, o ex-presidente Lula apareceu com um c√Ęncer de garganta. Primeiro aviso que o √≥dio das multid√Ķes o consumia. Depois veio varias mortes na fam√≠lia. Segundo aviso que o √≥dio das multid√Ķes e as energias destrutivas j√° se apossaram do seu ser e o devoram gradualmente. A pris√£o, o isolamento pol√≠tico, entre outras vari√°veis, o consome por dentro. Percebendo isso, muitos amigos o abandonaram para n√£o se contaminar. √Č inexor√°vel, o ex-presidente ser√° consumido pelo √≥dio, independente da sua condi√ß√£o de pol√≠tico ou n√£o.

N√£o viver√° mais de tr√™s anos por mais que a medicina o ajude. √Č inexor√°vel. O √≥dio n√£o pode ser combatido com mais √≥dio. Outra figura do mundo pol√≠tico que vem sendo gradativamente sendo consumida pelo √≥dio a Gleisi Hoffmann. O destino desta jovem mulher - a loucura insond√°vel, irrepar√°vel - √© insuport√°vel, a tal ponto que se suicidar√°. 

Mire-se nos exemplos das mulheres de Atenas

Analise quantos homens, mulheres, importantes ou n√£o, de renome ou n√£o, que voc√™ v√™ sucumbir de repente, sem explica√ß√Ķes. Temos um codinome para isso: Foi devorado por si mesmo quando atraiu para si o √≥dio mortal das multid√Ķes. 

N√£o √© o caso de se discutir todas as teorias, conceitos, formas e m√©todos existentes sobre a for√ßa do √≥dio despejada sobre um ser vivo e seu potencial destrutivo. O que queremos passar √© apenas um alerta: o √≥dio existe, √© palp√°vel, √© real e destruidor. 

Podemos afirmar meus caros, n√£o h√° sentimento mais pesado, denso e infernal que o √≥dio. Se pud√©ssemos acompanhar os raios e trovoadas que ocorrem no c√©rebro na sua transmiss√£o eletr√īnica-qu√≠mica, quando estamos dominados pelo √≥dio, seria de causar espanto as tormentas e tempestades mais severas observador por meteorologistas em dias de rigor em mar aberto.

Você também sofre

O coitado do sistema l√≠mbico, que administra emo√ß√Ķes e estresse, entra em pane. Todos os alarmes tocam e, assim, quem esta "possu√≠do" por esse tsunami assassino da raiva e √≥dio entra em colapso. Ins√īnia, cora√ß√£o disparado, aperto no peito, falta de ar, press√£o nas alturas, "soltando fogo pelas narinas ". Voc√™ tamb√©m sofre com isso. 

O corpo fica numa adrenalina negativa, matar ou morrer, n√£o h√° ju√≠zo cr√≠tico de realidade. Esse disparo de horm√īnios, que muda o funcionamento de todo o corpo, gerar√° sintomas que podem se cronificar. Agora imagine uma raiva, um ressentimento, um √≥dio constante, de longa data, que a cada dia √© ruminado, atualizado, aumentado, e conduzido para o outro lado, ou seja, para aquela pessoa que √© odiada?

O √≥dio √© significativamente maior e mais devastador quanto maior for a proximidade entre as partes. Muitos homens p√ļblicos em d√©cadas passadas mantinham sempre por perto pessoas entendidas neste princ√≠pios que os alertavam quando a carga estava alta. 

Na Bahia, por exemplo, existem relatos de v√°rios pol√≠ticos que mantinham contatos estreitos com antigos membros de castas nag√īs praticantes de rituais vodus de limpeza espiritual. N√£o √© uma quest√£o de religi√£o. √Č uma quest√£o cient√≠fica, pode apostar. 

Est√° cientificamente comprovado que o √≥dio poder ser na maioria das vezes o grande pontap√© inicial para v√°rias doen√ßas, inclusive o c√Ęncer em suas diversas modalidades. A carga energ√©tica negativa que voc√™ despeja sobre uma pessoa vai, com certeza, influenciar para que as suas c√©lulas comecem a adoecer o que certamente causar√° o c√Ęncer. 

Mas n√£o vamos entrar no m√©rito desta quest√£o agora. O fato √© que, demonstrado o poder do √≥dio contra inimigos vis√≠veis ou invis√≠veis, e as consequ√™ncias obvias para voc√™ pr√≥prio, em dado momento voc√™ ter√° de decidir se, ao querer destruir o seu rival aceitar√° tamb√©m que uma parte da sua pr√≥pria vida seja comprometida. 

Se assim o fizer - quer dizer, aceitar - basta aprender como direcionar torpedos de √≥dio mortal contra seus advers√°rios e inimigos o que ser√° tratado em outro tempo e artigo. 

Você pode até não acreditar, mas se vacilar será destruído pelo ódio mortal das pessoas que o cerca, sem apelação, inconscientemente, apenas pelo desejo manifestado pelo universo contra você ao longo de algum tempo.

Essa experiencia j√° foi realizada por mim e conduzida ao longo de seis meses com dois colaboradores e ficou provado que, por palavras ditas por cada um de n√≥s, a rea√ß√£o das pessoas ao nosso lado tende a ser de √≥dio. Cerca de 95% das pessoas, simplesmente, na sua frente, lhe d√£o os parab√©ns pelo carro novo, pela faculdade, pelo novo emprego, etc. Mas por dentro, l√° no rec√īndito do seu ser, elas sentem inveja mortal, ou seja, √≥dio destilado contra a sua conquista.

Portanto, a melhor atitude na conviv√™ncia humana do dia a dia tem que ser a da extrema cautela em se sair das v√°rias situa√ß√Ķes cotidianas sem gerar √≥dio.   


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