DENÚNCIA @ SAC não fornece uniformes e plano de saúde para funcionários na Bahia - Observador Independente

DENÚNCIA @ SAC não fornece uniformes e plano de saúde para funcionários na Bahia

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Apenas funcionários de unidades mais novas receberam indumentárias.



Dignidade. Essa é palavra de ordem entre os funcionários da unidade do Serviço de Atendimento ao Cidadão do Shopping Barra que têm diversas queixas quanto às condições de trabalho e direitos trabalhistas negligenciados há pelo menos três anos.

De acordo com uma funcionária que não quis se identificar, já faz esse tempo que os colaboradores não recebem novos uniformes e são obrigados a utilizarem suas próprias roupas no dia a dia do polo de serviços públicos. De acordo com outros colaboradores que também preservaram suas identidades, apenas coordenadores não são obrigados a vestirem a indumentária.

Há mais de três anos que não mandam farda pro Sac. Inclusive essa jaqueta, uma colega minha que me deu, mas já tem uns dois anos. Fui falar com minha gerente e ela disse que poderia colocar uma pólo branca e vir porque não tem farda”, desabafou a funcionária que completou: “O Shopping da Bahia foi recém-inaugurado e tem um SAC lá. Então… cheio de funcionários novos, fardas novas e a gente nada. Está um lixo. Tudo furado, botão remendado, estou sem farda nenhuma. O colega do DETRAN vem sem farda… calça jeans, camisa polo branca.
Vale ressaltar que “é obrigação do empregador o fornecimento do uniforme quando exige sua utilização para o trabalho. No mesmo sentido é o entendimento expresso do Precedente Normativo 115 do TST, in verbis: ‘Determina-se o fornecimento gratuito do uniforme desde que exigido seu uso pelo empregador'”, (TST – RR: 8135020135090663. Relator Breno Medeiros).

A situação fica ainda mais grave quando a questão tratada é são os planos de saúde. De acordo com a denunciante, os funcionários terceirizados estão sem cobertura de nenhum serviço dessa espécie: “O pessoal da terceirizada (TECPLAJ) está sem plano de saúde faz cinco meses. E o SAC não fica com empresa nenhuma. De três em três meses, no máximo quatro fica trocando de empresa direto. Aí o funcionário providencia documentação, tira foto de novo… uma agonia”, acrescenta.


Crédito da foto :: Bahia de Valor / Divulgação


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