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Mário

13 de maio de 2019

MEIA VOLTA, VOLVER ! Bolsonaro mudou de ideia e placa do Mercosul continua valendo. Cidadão denuncia no Youtube fragilidade da placa



Em postagem recente no Youtube cidadão faz graves acusações e denúncias sobre o mau uso da placa, a fragilidade dos selos e principalmente a falta de identificação de origem do veículo, ou seja, de que município ele provem. Assista ao vídeo e tire suas conclusões. 

Após sinalizar no ano passado que iria acabar com a placa unificada do Mercosul caso fosse eleito, o presidente Jair Bolsonaro mudou de ideia. Aliás, como em muitas outras promessas de campanha. 

Assista ao vídeo e tire suas conclusões.

Joilma Jonhson

O prazo para as placas de veículos adotarem o padrão dos países do Mercosul começou em 1º de setembro de 2018, como informa resolução publicada na quinta-feira (8/8/2018), no Diário Oficial da União. 

Depois de várias idas e vindas, a implantação acabou sendo amplamente questionada. Nas redes sociais, principalmente no Facebook e no Youtube está sendo compartilhada a notícia de que o presidente Jair Bolsonaro suspendeu a implantação das placas de veículos no padrão Mercosul. 

De acordo com as postagens, ele também encomendou um estudo para avaliar a possibilidade de acabar com a medida. 

Desde a campanha, Bolsonaro vem dizendo que quer dar fim à implementação das placas no padrão Mercosul. "Vamos revogar isso em 2019", publicou em seu perfil no Twitter, ao compartilhar a notícia "Rio deve ser o primeiro estado a adotar placa do Mercosul no país", em maio do ano passado.  


O que é FALSO: Bolsonaro não suspendeu placas do Mercosul 

É falsa a informação de que o presidente já suspendeu o processo de implantação das placas veiculares no padrão Mercosul. A última resolução do Conselho Nacional de Trânsito sobre o assunto, de número 770, é de 20 de dezembro do ano passado e determina o prazo de 30 de junho para adesão em todo o país. 

O Ministério da Infraestrutura, ao qual o Departamento Nacional de Trânsito passou a ser subordinado desde a extinção da pasta das Cidades, confirma, no entanto, ter solicitado que os estados que ainda não fizeram a adoção da nova placa aguardem para fazê-lo após a conclusão de um estudo que está em andamento. Mas não há obrigatoriedade de cumprimento da solicitação. 

VERDADEIRO: presidente encomendou estudo 

O estudo foi mesmo pedido por Bolsonaro, como aparece na postagem. Em nota, o Ministério da Infraestrutura informou que o objetivo é verificar como pode ser melhorado "o processo de emissão da placa e o nível de segurança na identificação do veículo para diminuir o risco de clonagem". 

A adoção da placa no padrão Mercosul foi anunciada em dezembro de 2014, no fim do primeiro mandato de Dilma Rousseff. Em divulgação da época, foi informado que a intenção era "facilitar a visualização e leitura das placas pelas fiscalizações eletrônicas, além de dificultar, com a ajuda de alguns dispositivos de segurança, eventuais clonagens". 

Mais de 1 milhão de veículos já circulam com a nova placa no Brasil. Os estados que aderiram ao sistema até agora foram Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul. Por enquanto, a troca é necessária apenas em veículos com registro novo, transferência de município ou propriedade e necessidade de substituição da placa atual. 

JOGO DE SENA 

Após sinalizar no ano passado que iria acabar com a placa unificada do Mercosul caso fosse eleito, o presidente Jair Bolsonaro mudou de ideia. Aliás como em muitas outras promessas de campanha. 

Por meio do Ministério da Infraestrutura, o governo admitiu que não só pretende manter o novo sistema de identificação dos veículos no Brasil, como ainda ampliar o seu uso e melhorar o nível de segurança das informações. 

De acordo com o órgão, a placa padrão já é adotada por Detrans de sete estados: Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Amazonas, Bahia, Espírito Santo e Rio Grande do Norte. " 

Em postagem recente no Youtube cidadão faz graves acusações e denúncias sobre o mau uso da placa, a fragilidade dos selos e principalmente a falta de identificação de origem do veículo, ou seja, de que município ele provem. Ele ainda escancara o risco de apreensão do veículo caso o frágil selo    ( GR Code) seja danificado por qualquer pessoa. 

Assista ao vídeo acima, que já tem mais de 1 mi de visualizações e tire suas conclusões






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