Polícia Civil já tem imagens que mostram momento do assassinato de empresário na Avenida Presidente Dutra em Feira de Santana - Observador Independente

Polícia Civil já tem imagens que mostram momento do assassinato de empresário na Avenida Presidente Dutra em Feira de Santana

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Há várias linhas de investigação sobre o crime.


A Polícia Civil de Feira de Santana já está com as imagens de câmeras de monitoramento que estavam localizadas próximo ao local onde aconteceu o assassinato do empresário Valdevan Silva dos Santos, conhecido como Vanvan, de 60 anos. 

O crime aconteceu na última quarta-feira (29), na Avenida Presidente Dutra e testemunhas informaram que ele estava caminhando no canteiro central da avenida quando dois homens em uma moto se aproximaram e efetuaram os disparos.

O delegado Fabrício Linard, titular da Delegacia de Homicídios, disse em entrevista ao site Acorda Cidade de Feira de Santana, que a investigação da morte do empresário é presidida pelo delegado Luís Smyslov Freitas Figueiras e ele e sua equipe também acompanham o caso.

De acordo com Fabrício Linard, a polícia já coletou as imagens de câmeras da Secretaria de Prevenção a Violência (Seprev), de estabelecimentos comerciais, da rodoviária e toda a área no entorno onde o crime aconteceu. Ele afirmou que a oitiva dos familiares da vítima iniciou na quinta-feira, após o fato e as investigações prosseguem. Ele frisou que no momento não pode dar mais detalhes sobre o que foi apurado para que as investigações não sejam prejudicadas.

As imagens estão em poder da polícia, e desde quinta e sexta-feira estamos fazendo a análise dessas imagens no intuito de estudar e entender melhor a dinâmica do crime. Não vamos revelar detalhes do que a gente já viu, mas eu posso informar que as imagens nos auxiliam bastante na investigação,
disse.

Fabrício Linard declarou ainda que há várias linhas de investigação, inclusive relacionadas a atuação da vítima, que tinha vários negócios, participava e desenvolvia disputas de terra e tinha alguns problemas no comércio.

“Isso tudo nos leva a imaginar uma quantidade enorme de linhas de investigação e não podemos eleger apenas uma. Temos que tentar investigar todas elas. É uma questão de tempo e a gente prefere ser cauteloso e cuidadoso pra que as investigações não sejam prejudicadas”, finalizou.

Com informações e foto do repórter Aldo Matos

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