SANTO ANTº DE JESUS @ “Cantor” católico Almir Campos usa e abusa da boa vontade popular - Observador Independente

SANTO ANTº DE JESUS @ “Cantor” católico Almir Campos usa e abusa da boa vontade popular

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Moradores das ruas localizadas no centro da cidade de Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo baiano, 230 km de Salvador, procuraram a Redação SAJ para denunciar o abuso cometido por um “cantor católico” que transita pelas ruas da cidade divulgando o seu potencial musical.  Moradores prometem acionar a Policia em caso de repetição.

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Desrespeitando as mais simples regras elementares de convivência social, o cantor no afã de divulgar o seu CD de música católica passa pelas ruas centrais da cidade, com um potente carro de som anunciando o material de trabalho, em alto volume.

Como se não bastasse ele costuma parar nas portas das pessoas com o volume no máximo a partir das seis horas da manhã, desrespeitando o horário de começo do dia para as pessoas que estão saindo para trabalhar. 
Cantor Almir Campos é acusado de abusar da boa vontade
da população ao acordá-la 6 horas da manhã com som
estridente nas ruas do Recôncavo baiano
Idosos, crianças de colo e pessoas doentes são acordadas subitamente com o estridente som do seu possante “veículo de comunicação social”, um carro sem licença para tanto, em completo desrespeito às regras sociais, e inclusive ao Código Brasileiro de Trânsito.

Os abusos da igreja católica são registrados desde a idade média, aliás, desde que essa sita foi implantada à força na sociedade mundial, através das chamadas “guerras santas”, das “cruzadas” e por ai vai. 

Ao que parece, em pleno século XXI, membros da mesma seita ainda acreditam que o mundo está obrigado a suportar lhe os abusos em nome da fé. Exemplo: O grão mestre da IC se metendo na política interna de países mundo afora e os já costumeiros casos de pedofilia encobertos pelo papado nos últimos séculos.

Obviamente que o direito de trabalhar e exercer as atividades de divulgação é um direito de qualquer um especialmente daqueles que não dispoem dos grandes meios de comunicação para fazer chegar ao público o seu trabalho. 

Entretanto, é regra, o direito termina exatamente no momento em que passa a ser abuso de qualquer forma, especialmente desrespeitando o direito de quem quer ficar em casa, sem ter na sua porta um carro com alto som e volume aberto. 
Crédito da foto :: Via whatsapp por morador que pediu para não ser identificado

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