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Mário

18 de junho de 2019

SANTO ANTº DE JESUS 👏👏👏 Cerca de 500 pessoas são beneficiadas pelo vereador Pedro de Teca com investimento de mais de R$ 20 mil em estrada na Zona Rural


Há mais de 80 anos as comunidades de Comum do Rio da Dona, Alto do Morro, Camaçari e Sapucaia, na zona rural do município de Santo Antônio de Jesus, Recôncavo baiano, se utilizam de uma estrada que corta uma pequena fazenda de um inescrupuloso fazendeiro.

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A discussão sobre o direito adquirido por estas famílias compostas por cerca de 500 pessoas, entre elas mais de uma centena de crianças e adolescentes em idade escolar, acabou parando na Justiça. 

A população destas comunidades foram impedidas de passar pelo trecho antigo com a implantação de dois portões de ferro com cadeado (um na entrada e outro na saída da pequena estrada com trecho de cerca de 400 metros) o que vinha dificultando o acesso, principalmente de crianças e adolescentes a escola, postos de saúde e outras atividades comunitárias. 
Em apenas uma comunidade composta por mais de 20 casas, as famílias se queixam de não terem acesso, sequer ao posto de saúde para vacinar as crianças

A reportagem esteve no local e constatou os fatos narrados pelas comunidades e as dificuldades enfrentadas pelos moradores que estão obrigados, para ter acesso a escola, por exemplo, a dar uma volta de mais de 9 km, por dentro do mato, e à pé. 

Sem suportar mais tanto sofrimento e com a demora da Justiça, moradores solicitaram apoio do Vereador Pedro Lopes Ribeiro, conhecido como Pedro de Teca. O vereador foi visitar as comunidades e constatou a desumanidade da situação. 

Pedro é micro empresário, e mesmo com dificuldades, contratou um Advogado e começaram a trabalhar a solução do conflito. Na Justiça, em audiência com a Magistrada responsável pelo caso, foi acertado que a comunidade deveria construir com seus próprios recursos um desvio e evitar passar dentro das terras do fazendeiro, cujo nome, por não ter sido encontrado, não será citado. 
Portões foram colocados para impedir o livre ir e vir dessas comunidades. A questão só está sendo resolvida graças à intervenção do vereador Pedro de Teca, que está fazendo uma estrada com mais de 9 km com recursos próprios

Fato é que a comunidade de pessoas humildes não tem a mínima condição de arcar com as despesas de contratação de máquinas, homens e aquisição de material tipo cascalho, pedras etc., o que acabou levando o vereador a assumir o compromisso de executar a tarefa dada pela Justiça.  

Comprometido com o seu mandato e as famílias Pedro assumiu a construção da estrada desvio, arcando com um custo de mais de R$ 20 mil, conforme as notas fiscais apresentadas à reportagem. 

Devido as chuvas que caem sobre o município, a estrada ser de barro batido as obras estão atrasadas e a comunidade sofrendo já que, apesar de estar em funcionamento um pequeno posto de saúde na localidade de Sapucaia, por não ter condições de atravessar por dentro da “fazenda”, cerca de 20 crianças estão sem vacinação. 

Segundo Pedro de Teca, que acompanhou a vista da reportagem, 
Parte da estrada que está sendo aberta por Pedro de Teca, a um custo de mais de R$ 20 mil

É alguma coisa que podemos classificar como desumana. Tive que arcar com essas despesas, porque, como você está vendo, em algumas dessas localidades são mais de 20 casas, são mais de 100 crianças e adolescentes que estão sendo impedidas de ir a escola, ao posto de vacinação e assim por diante. Um verdadeiro absurdo. Mas assumimos a responsabilidade junto à Justiça de fazer a estrada e estamos fazendo. Estamos inclusive, com algum atraso por conta das chuvas que caem como você pode ver. Aluguei máquinas, coloquei alguns homens e já está quase tudo pronto. Vamos fazer de tudo para concluir e entregar a este povo sofrido a sua passagem depois de mais de 10 anos desse caso rolando na Justiça, 
disse. 
O Posto de Saúde e a Escola ficam a menos de 1 km das comunidades mas as pessoas estão sendo impedidas de até mesmo vacinar as crianças pela impossibilidade de atravessar a famigerada fazenda e para sair e chegar até a BR 101 tem que andar mais de 9 km por dentro do mato. Absolutamente desumano. 

Crédito das fotos :: Noedson Ney / OBI SAJ
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