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11 de novembro de 2019

Bolsonaro defende voto impresso após crise na Bolívia, onde o voto é impresso

Para o presidente brasileiro, fica a lição para o país da necessidade "da contagem de votos que possam ser auditados"
Foto : Marcos Corrêa/PR


Depois de Evo Morales renunciar à presidência da Bolívia, Jair Bolsonaro defendeu, em publicação no Twitter, a implantação do voto impresso no Brasil.

"Denúncias de fraudes nas eleições culminaram na renúncia do Presidente Evo Morales. A lição que fica para nós é a necessidade, em nome da democracia e transparência, contagem de votos que possam ser auditados (sic). O voto impresso é sinal de clareza para o Brasil!", escreveu, na publicação.

Evo anunciou a renúncia pela televisão, em rede nacional. Inicialmente, o então presidente boliviano havia dito que convocaria novas eleições, após a Organização dos Estados Americanos (OEA) divulgar que as eleições de 20 de outubro, na qual foi eleito, haviam sido fraudadas.

Pouco antes da renúncia, as Forças Armadas haviam pedido que Evo Morales deixasse o cargo.

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