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19 de dezembro de 2019

Polícias Civil e Militar auxiliam em operação de combate a grupo criminoso no Ceará



As Polícias Civil do Estado do Ceará (PCCE) e Militar do Ceará (PMCE) deram auxílio aos trabalhos de cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão relacionados à operação “Reino de Aragão”, deflagrada nesta quarta-feira (18), no Ceará, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Paraná. 

As ações são fruto de investigação da Polícia Federal e do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), com o objetivo de desarticular chefes de organização criminosa responsáveis pela ordem e execução de crimes contra prédios públicos e veículos, no mês de setembro deste ano no Ceará. 

A ofensiva também contou com efetivo do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). Detalhes da operação foram divulgados em coletiva de imprensa, na manhã de hoje, na sede da Superintendência da Polícia Federal no Ceará, em Fortaleza.

A coletiva contou com a presença do delegado da Polícia Federal e chefe da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Superintendência Regional da Polícia Federal no Ceará, Samuel Elânio de Oliveira Júnior; do promotor de Justiça e membro do Gaeco, Rinaldo Janja; do chefe regional da Delegacia de Combate ao Crime Organizado (DRCOR) da Polícia Federal (PF) no Ceará, Paulo Henrique Oliveira Rocha; do titular da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), delegado Antônio Pastor; e do oficial do Comando de Policiamento de Choque (CPChoque) da Polícia Militar do Ceará (PMCE), Luiz Martins.

“O importante a se ressaltar dessa operação é o recado que é dado aqui. Além da integração entre as forças, nada será esquecido. Toda vez que acontece uma operação mais elementos vão chegando e mais operações serão montadas. Então pode até demorar, mas será o tempo necessário para poder fundamentar aquela prova. Cedo ou tarde, nós vamos chegar a esses criminosos que insistem em tirar a tranquilidade da população”, reforça o delegado Antônio Pastor, titular da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), sobre a importância do trabalho integrado.

Ofensiva policial

Os agentes da segurança pública deram cumprimento a 31 mandados de prisão preventiva e outros 20 mandados de busca e apreensão em alvos identificados na investigação. Os mandados de prisão foram expedidos em desfavor de pessoas envolvidas diretamente nas atividades da organização criminosa, inclusive algumas que se encontram presas nas penitenciárias federais de Mossoró (RN) e Catanduvas (PR) e em presídios estaduais do Ceará e da Paraíba. 

Entre os presos, está Ednal Braz da Silva (46), conhecido como “Siciliano”, apontado como um dos fundadores da organização criminosa responsável pelos ataques no Ceará, além da advogada Elisângela Maria Mororó (46), presa em novembro deste ano, pelo CPChoque, em Catarina, no Interior do Ceará.



Fotos :: Divulgação PCCE

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