Prefeito ACM Neto de Salvador comemora queda na taxa de ocupação dos leitos de UTI, mas mantém o alerta: 'Número não nos dá fôlego' - Observador Independente

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29 de maio de 2020

Prefeito ACM Neto de Salvador comemora queda na taxa de ocupação dos leitos de UTI, mas mantém o alerta: 'Número não nos dá fôlego'




Taxa de ocupação caiu de 88% para 68% com a abertura de novos leitos na capital baiana.



O prefeito de Salvador, ACM Neto, comemorou a queda na taxa de ocupação dos leitos de UTI. O número chegou a ser de 88%, o que indica um pré-colapso, mas hoje está em 68%.

Entretanto, o alerta continua. Em coletiva concedida na manhã desta sexta-feira (29), o prefeito ressaltou que a queda não se deu pela redução na demanda nos casos graves de coronavírus, mas pela abertura de novos leitos de UTI.

“Há muitos dias não temos uma taxa de ocupação abaixo de 70%. Mas quero fazer uma ressalva. A queda não está se dando pela redução no número de novos casos graves, mas sim, principalmente, pela abertura de novos leitos. Tanto a prefeitura quanto governo abriram muitos leitos novos nos últimos dias”, afirmou.

A expectativa do prefeito de Salvador é que a antecipação dos feriados que foi feita para essa semana reflita na diminuição da curva de contaminação do coronavírus nos próximos dias.

“A gente espera até o fim da semana, com redução grande das atividades em Salvador, por conta da antecipação de feriados, esperamos que isso tenha reflexo forte no número de novos casos e na pressão sobre os leitos. Na taxa de ocupação de leitos, não temos motivos para relaxar. Só vamos começar a respirar mais aliviados quando houver queda”, disse.

Por outro lado, a taxa de ocupação dos leitos de UTI da rede particular de saúde cresceu, o que pode provocar uma demanda maior pela rede pública, como explicou ACM Neto.

“A rede particular voltou a crescer. Tinha 73%, ontem foi para 79%. Vários hospitais da rede particular não conseguem abrir novos leitos e a demanda recai sobre hospitais públicos. A gente precisa continuar em alerta, o número não nos dá fôlego”, afirmou.



Foto ::: Metro / Metro1

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