Comerciantes de Sergipe já pediram cerca de R$ 15 milhões em linhas de créditos durante a pandemia - Observador Independente

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13 de junho de 2020

Comerciantes de Sergipe já pediram cerca de R$ 15 milhões em linhas de créditos durante a pandemia




Recursos são dos Fundos Constitucionais de Financiamento. Segundo levantamento, pequenos empreendedores de Sergipe já fizeram 190 financiamentos.



Pequenos empreendedores em atividades urbanas no Norte e no Nordeste já contrataram R$ 522,6 milhões das linhas emergenciais de crédito dos Fundos Constitucionais de Financiamento. Em Sergipe, os comerciantes já receberam um total de R$ 14,9 milhões referentes a 190 operações financeiras.

O dado foi informado nesta sexta-feira (12) pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR). A iniciativa do Governo Federal foi criada para tentar reduzir os impactos econômicos da pandemia de Covid-19.

Os recursos são administrados pelo MDR e concedidos por meio de bancos públicos: Banco do Nordeste e Banco da Amazônia. São R$ 3 bilhões destinados à região nordeste e outros R$ 2 bilhões atendem os estados do Norte.

Como funciona a linha de crédito

Segundo o governo federal, vão ser disponibilizados empréstimos para capital de giro e investimentos. Nas duas situações, os financiamentos vão poder ser contratados enquanto o decreto de calamidade pública estiver em vigor, limitado a 31 de dezembro de 2020.

No caso do capital de giro, a oferta será de até R$ 100 mil por beneficiário. Os recursos podem ser utilizados com despesas de custeio, manutenção e formatação de estoques e, também, para o pagamento de funcionários, contribuições e despesas diversas com risco de não serem honradas por conta da redução ou paralisação das atividades produtivas.

Na modalidade investimentos, serão disponibilizados até R$ 200 mil por beneficiário, com a finalidade do empreendedor investir e, ao mesmo tempo, utilizar o recurso como capital de giro.

O prazo para quitação, informou o governo, vai ser de até 24 meses e carência até 31 de dezembro de 2020, de acordo com a capacidade de pagamento do beneficiário.




Foto: Reprodução

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