NA REAL, PRATICAMENTE NINGUÉM ESTÁ RECEBENDO 🤡 Governo desiste de dividir, e novas parcelas do auxílio continuarão sendo de R$ 600 - Observador Independente

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18 de julho de 2020

NA REAL, PRATICAMENTE NINGUÉM ESTÁ RECEBENDO 🤡 Governo desiste de dividir, e novas parcelas do auxílio continuarão sendo de R$ 600



Segundo o presidente da Caixa Econômica Federal dividir parcelas “daria muita confusão”. A propaganda enganosa do Governo é desmentida por milhares de cidadãos que, de uma forma ou de outra, não estão recebendo. 

Os principais problemas enfrentados são, em primeiro lugar a dificuldade de entrar no aplicativo, depois vem a questão das fraudes existentes. Por último, milhares que receberam a primeira parcela não conseguiram receber nem a segunda e muito menos a terceira. O calendário de pagamento, que mais uma vez foi alterado, não foi cumprido. O que se acredita é que o Auxilio Emergencial, exceto o do famigerado Bolsa Família, não será pago e tudo ficará o dito pelo não dito.




A Caixa Econômica Federal informou hoje (17) que o valor de pagamento das duas últimas parcelas do Auxílio Emergencial seguirá em R$ 600.

Quando o governo anunciou a prorrogação do auxílio emergencial no fim de junho, o ministro da Economia, Paulo Guedes, indicou que o valor do benefício poderia ser fracionado.

"Havia um desejo do governo de dividir as parcelas em dois pagamentos mensais, mas isso daria muita confusão. Eu conversei com o Ministro Paulo Guedes e Onix que do ponto de vista da Caixa seria uma operação muito complexa. Então chegamos ao consenso de fazer assim em ciclos de forma simples e direta", afirmou o presidente da Caixa Econômica Federal Pedro Guimarães, em coletiva.

No cronograma publicado ontem (16) no Diário Oficial da União, o Ministério da Cidadania separou o pagamento por ciclos, de acordo com o mês em que o trabalhador recebeu a primeira parcela ou o período de inscrição, mas com apenas um crédito a cada mês. As datas de pagamento da quarta e da quinta parcela foram incluídas no cronograma.




Foto : Antonio Cruz/Agência Brasil

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