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terça-feira, setembro 29, 2020

Secretário diz que recuperação das calçadas no centro comercial é imediata em Feira de Santana




As pedras portuguesas serão trocadas por um piso tátil.



O secretário municipal de planejamento, Carlos Brito informou à reportagem do Acorda Cidade que a recuperação das calçadas no centro comercial de Feira de Santana acontece de forma imediata após a retirada das barracas dos camelôs. Vários locais como a Avenida Senhor dos Passos, Rua Libânio de Morais, Beco do Ginásio e Praça do Nordestino estão com os passeios danificados com pedras soltas e buracos e, de acordo com ele, as pedras portuguesas serão trocadas por um piso tátil que facilitará o acesso aos pedestres.

Carlos Brito frisou ainda que um dos motes do Projeto Novo Centro é justamente devolver as calçadas aos cidadãos.

"Os passeios serão reformados. Vamos colocá-los com pisos intertravados. Piso tátil que além de ter mais durabilidade, dará mais mobilidade, haja vista que o passeio de pedra portuguesa às vezes tem buracos e as pessoas, como as mulheres que usam salto, acabam entrando e é uma confusão. Mas, estamos buscando facilitar a vida da comunidade com passeios que deem uma condição de mobilidade melhor, sem quaisquer riscos de acidentes”, declarou.

O secretário relatou ao Acorda Cidade que na Avenida Senhor dos Passos já foi feita a drenagem e os fios de telefonia e os fios da Coelba ficarão em galerias subterrâneas. Após isso, vem a reconstituição do piso.

Pontos de ônibus

Sobre os pontos de ônibus, Carlos Brito afirmou que eles não serão alterados. Somente foi mudado de local o ponto de ônibus da Praça Bernadino Bahia, porque a praça também passa por reforma. O ponto está de forma provisória em frente a loja C&A. Carlos Brito acrescentou ainda que o prazo de conclusão do Projeto Novo Centro é de 12 meses.

“Tem uma previsão de 12 meses e o projeto está objetivando melhorar Feira de Santana na sua verdadeira dimensão. Estamos olhando o futuro da cidade e esse é o grande mote. Esta obra deveria estar bem avançada, mas choveu muito desde fevereiro e é impossível conciliar chuva com construção”, frisou.



Com informações e foto do repórter Paulo José do Acorda Cidade.

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