Defendemos a liberdade de cada um para decidir se toma vacina, diz Bolsonaro - Observador Independente

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21 de novembro de 2020

Defendemos a liberdade de cada um para decidir se toma vacina, diz Bolsonaro




Da CNN em São Paulo


O presidente Jair Bolsonaro afirmou que o o governo brasileiro defende "a liberdade de cada indivíduo para decidir se deve ou não tomar a vacina" durante discurso na cúpula de líderes do G20, neste sábado (21). O evento, realizado virtualmente devido à pandemia da Covid-19, conta com a participação das 20 maiores economias do globo.

Bolsonaro citou a última reunião extraordinária da cúpula, realizada em 26 março. "Nos comprometemos a tomar todas as medidas necessárias para combater a pandemia e, ao mesmo tempo, proteger e estimular a economia global", disse.

À época da última reunião, o Brasil contabilizava cerca de 542 mil casos confirmados da Covid-19 e aproximadamente 25 mil mortes causadas pela doença, segundo monitoramento da Universidade Johns Hopkins, referência de dados sobre a crise sanitária.

Hoje, o país acumula 6 milhões de casos e mais de 168 mil mortes, de acordo com a mesma instituição. Apesar disso, Bolsonaro declarou que "à medida que a pandemia é superada no Brasil, a vida das pessoas retorna à normalidade".

Nos últimos dias, a imprensa informou que a média móvel de mortes pela Covid-19 cresceu na maior parte do país. O presidente afirmou ainda que a pandemia está sendo controlada. "Estamos superando uma das mais graves crises da história recente", declarou.

Bolsonaro disse que o país está vencendo "as incertezas, as dificuldades logísticas e, inclusive, a desinformação". O presidente, que defende o uso de medicamentos para a prevenção e tratamento da Covid-19 que não têm eficácia comprovada cientificamente, declarou que o Brasil, além de se juntar aos esforços de busca por uma vacina, "adota o tratamento precoce no combate à doença".

Durante o discurso, ele ainda defendeu a sobreposição da liberdade individual em relação à ampla cobertura vacinal. "A pandemia não pode servir de justificativa para ataques às liberdades individuais", declarou.

Bolsonaro também pediu a reforma da Organização Mundial do Comércio (OMC), pedindo que a redução de subsídios para bens agrícolas "conte com a mesma vontade que alguns países buscam promover o comércio de bens industriais".



Foto: Reprodução

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