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quarta-feira, dezembro 16, 2020

OPERAÇÃO FAROESTE 🤠 Se recuperando de cirurgia, desembargadora investigada fica em prisão domiciliar




A desembargadora Lígia Maria Ramos Cunha Lima, do Tribunal de Justiça da Bahia, suspeita de envolvimento em organização criminosa responsável por vendas de sentenças judicias, teve a prisão temporária convertida em prisão domiciliar.


A decisão foi tomada pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça Og Fernandes, em razão de a magistrada estar se recuperando de uma cirurgia recente. 

O esquema criminoso foi desarticulado pela Operação Faroeste, deflagrada pelo MPF e PF, com ações que, na última segunda-feira (14/12), culminaram ainda na prisão da desembargadora Ilona Márcia Reis e afastamento do secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa. 

Segundo investigações, a organização criminosa consistia na legalização de terras griladas no Oeste da Bahia. Há suspeitas de que a área objeto de grilagem supere os 360 mil hectares e de que o grupo envolvido na dinâmica ilícita tenha movimentado cifras bilionárias.

O advogado da desembargadora, João Daniel Jacobina, informou que teve acesso à decisão, mas que só deve se manifestar posteriormente. Ele adiantou, contudo, que a conversão é um sinal de que a prisão não era necessária.

De fato acabei de confirmar. Vou ler o conteúdo e me manifesto. De qualquer forma, adianto que a conversão em domiciliar já é uma sinalização de que a prisão é desnecessária, 
falou o advogado.


Crédito da foto :::: Divulgação / TJBA

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