Idoso relata ter recebido vacina trocada durante aplicação da 2ª dose do imunizante contra a Covid-19 na Bahia - Observador Independente

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sexta-feira, abril 30, 2021

Idoso relata ter recebido vacina trocada durante aplicação da 2ª dose do imunizante contra a Covid-19 na Bahia





Caso ocorreu na cidade de Vitória da Conquista. Ao todo, três casos de vacinas trocadas foram registrados até esta sexta-feira (30), segundo a Secretaria Municipal da Saúde.


O aposentado Ânor Alves de Oliveira, morador de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, relatou ter recebido a vacina trocada durante aplicação da segunda dose do imunizante contra a Covid-19.

No dia 24 de abril, o idoso recebeu a primeira dose da CoronaVac, do Instituto Butantan. Já a segunda dose, que foi aplicada 28 dias depois, foi da AstraZeneca, produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Depois que ela aplicou, ela olhou meio assustada e eu perguntei o que foi. Ela falou que parece que tinha aplicado errado, foi a de Oxford, em vez de ser a Butantan,

relatou o idoso.

Apesar do susto, ele disse que não sentiu nenhuma reação após a troca das vacinas, porém, deseja saber se está imune ao novo coronavírus.

Segundo o Ministério da Saúde, mais de 16 mil pessoas receberam a primeira e segunda doses da vacina de laboratórios diferentes.

Já em Vitória da Conquista, cidade do sudoeste da Bahia, três casos de vacinas trocadas foram registrados até esta sexta-feira (30), segundo a Secretaria de Saúde do Município. A secretaria ainda informou que os casos estão sendo monitorados pelo município.

Conforme relatou o aposentado, ele foi ao posto de saúde para fazer uma notificação sobre o caso. No entanto, 10 dias após o procedimento ele não recebeu nenhuma ligação ou visita de algum membro da Saúde.

De acordo com o infectologista Eder Gatti, a eventual troca é considerada um erro de vacinação.

"Uma vez que o indivíduo começa o esquema de vacinação com uma dose de um determinado fabricante, ele deve fazer a segunda dose do mesmo fabricante", explicou o médico.

Ainda segundo o infectologista, a troca não oferece riscos à saúde, mas alertou que cada caso precisa ser avaliado.



Foto ::: Reprodução 

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