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quarta-feira, junho 02, 2021

Após assembleia, professores ligados a CUT, APLB, PCdoB, PT e PSol descartam greve e discutem reajuste salarial



Segundo categoria, último aumento do salário ocorreu em 2019 e patronal não prevê um novo em 2021


O Sindicato dos Professores do Estado da Bahia (Sinpro-Ba), controlado pela CUT, APLB, PCdoB, PT e PSol  decidiu, em uma assembleia realizada nesta quarta-feira (1º), não decretar greve novamente. É a segunda reunião com a mesma pauta e deliberação. Por outro lado, o posicionamento contra o retorno presencial nas escolas particulares foi mantido. Uma próxima reunião ocorrerá no dia 9 de junho, sem indicativo de greve.

A principal questão a ser discutida na próxima assembleia se refere à “necessidade de reajuste da categoria”. De acordo com informações do sindicato, o último foi em maio de 2019. Além disso, afirma que o sindicato patronal indicou que não haverá um aumento salarial. Em contrapartida, os professores informam que trabalharam “de modo muito mais intenso” durante a pandemia da Covid-19.

Na ata da reunião, divulgada pelo sindicato, os professores também justificam a permanência das aulas remotas por conta da alta ocupação dos leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) em Salvador e na Bahia, que tem se mantido acima de 80% nas últimas semanas. Em entrevista ao site Metro1, de Salvador, o coordenador geral do Sinpro, Allysson Mustafa, reforçou que os indicadores estão acima dos considerados como limites pela prefeitura para permitir a abertura das escolas.



Foto :::: Ilustrativa

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