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sexta-feira, julho 09, 2021

'Réveillon e Carnaval só acontecerão com 100% da população imunizada', garante prefeito Bruno Reis, de Salvador



Prefeito afirmou que decisão será tomada até novembro e depende exclusivamente do envio de vacinas pelo governo federal.


O prefeito Bruno Reis (DEM) afirmou durante coletiva de imprensa nesta sexta-feira, 9, que irá decidir sobre a realização do Réveillon e do Carnaval até o mês de novembro, e que a realização das festas será condicionada a ter 100% da população soteropolitana imunizada.

Segundo o prefeito, o que impede o possível sucesso do critério adotado é o fato da dependência do município do envio de doses da vacina contra a Covid-19 por parte do Ministério da Saúde. Em visita a Brasília na quinta-feira, 8, Bruno conversou com representantes da pasta e ouviu que a entrega de novas doses será tratada com celeridade.

"Em relação ao Carnaval, como vai ser, quando vai começar a preparar, vamos cada dia com sua agonia, hoje, nós demos um passo importante que foi a liberação de eventos sociais, outro passo será a retomada de eventos de nossa cidade com limite de pessoas. Cada dia vamos tendo clareza do cenário de como irá ocorrer, já disse e não escondo de ninguém: se depender do prefeito vai ter. A data limite para realizar o Carnaval é em novembro, não vou cometer o erro de outros governantes que estão anunciando, será pior ter que voltar atrás", 

disse.

Em entrevista para a Rádio Metrópole na manhã desta sexta, Bruno já havia entrado no assunto do envio de doses ao ser questionado em relação à abertura da imunização para um maior público e, mais uma vez, ressaltou que qualquer medida nesse sentido depende do esforço do governo federal.

"Qualquer estimativa que se fale sobre início de vacina, desse ou daquele público, ou da conclusão do processo de vacinação, depende de um fator que o prefeito não controla: as vacinas. . Todos os outros nós controlamos, como os horários, locais de vacinação e os dias. Não tem nenhuma cidade do Nordeste que tenha uma estrutura de vacinação como a nossa, mas, efetivamente, não temos como precisar a vacinação de pessoas com menos de 18 anos porque depende do envio de vacinas".



Foto ::: Reprodução

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