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quarta-feira, agosto 25, 2021

Babá pula de 3° andar de prédio em Salvador; polícia investiga cárcere privado cometido pela patroa



Mulher, que está internada no HGE com suspeita de fraturas na pernas, mora na cidade de Itanagra, que fica no litoral norte baiano. Ela começou a trabalhar no local após encontrar vaga em site.


Uma mulher de 25 anos pulou do 3ª andar de um prédio no bairro do imbuí, nesta quarta-feira (25), em Salvador. Conforme a Polícia Civil, a vítima, que está internada no Hospital Geral do Estado (HGE), com suspeita de fratura nas pernas, afirmou ter tomado a medida após ser mantida em cárcere privado pela patroa.

De acordo com a defesa da vítima, que preferiu não revelar a identidade, a mulher mora na cidade de Itanagra, que fica no litoral norte baiano. Ela começou a trabalhar no local após encontrar a vaga em um site de ofertas de empregos.

A mulher entrou em contato com a patroa e acertaram a contratação por telefone. Segundo informações da vítima, na quinta-feira (19), a mulher foi para Salvador e iniciou o trabalho.

No sábado (21), a vítima comunicou a patroa que não daria mais para continuar a trabalhar no imóvel e que iria buscar um outro emprego. A defesa da jovem relatou que a partir do comunicado, a patroa iniciou as agressões e trancou ela em um banheiro.

Ainda segundo a defesa da advogada, a babá conseguiu mandar áudio pedindo ajuda para família, mas, teve o celular tomado pela patroa. Os familiares foram até Salvador em busca da vítima, mas, não conseguiram encontrar o condomínio.

Ainda de acordo com a defesa do advogado, a mulher ficou desesperada após ficar trancada no banheiro do apartamento, conseguiu passar pelo basculante e se jogou caindo no parapeito do 2º andar.

A jovem foi socorrida por moradores do prédio e levada por equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Hospital Geral do Estado.

Em nota, a Polícia Civil informou que o caso é investigado pela 9ª Delegacia Territorial (DT/Boca do Rio). O órgão afirmou que mais detalhes não estão sendo divulgados para não prejudicar as investigações.



Foto: Reprodução / Redes Sociais

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