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quarta-feira, setembro 29, 2021

Envolvidos no assassinato de pediatra dizem que mandante do crime alegou que a vítima assediou sua esposa durante consulta




Os homens apontados pela polícia como executor e coautor do assassinato a tiros do pediatra Júlio César de Queiroz Teixeira, ocorrida no no muncipio baiano de Barra, revelaram que receberam R$ 2 mil para cometer o crime.


Segundo a Polícia Civil, os suspeitos detalharam, ainda, em depoimento a equipes da 14ª Coordenadoria Regional de Polícia Civil do Interior (Coorpin/Irecê) e da Delegacia Territorial de Barra, que estacionaram a motocicleta em frente à clínica onde a vítima trabalhava, por volta das 8h30 de quinta-feira (23/9), e o atirador desceu, foi até o consultório, onde o médico atendia uma criança, e efetuou quatro disparos de arma de fogo.

A dupla também detalhou que o mandante teria alegado que a motivação do crime, supostamente, seria um assédio, cometido pelo pediatra, contra a esposa dele, durante uma consulta. O homem, então, fez questão de que o homicídio fosse cometido no ambiente de trabalho do médico.

O autor dos disparos foi preso na segunda-feira (27/9), e do coautor que pilotava a motocicleta utilizada no homicídio, na madrugada de terça-feira (28/9). Ainda conforme a polícia, equipes Coordenações de Apoio Técnico (Cati) do Departamento de Polícia do Interior (Depin) e da Chapada, da 14ª Coorpin/Irecê e DT/Barra continuam realizando diligências para localizar e prender o mandante do crime. A veracidade das declarações dos suspeitos estão sendo apuradas.

O CRIME

Júlio César de Queiroz Teixeira, de 44 anos, foi executado a tiros enquanto trabalhava no município de Barra, a 690 km de Salvador, na quinta-feira (23/9). O profissional atendia uma criança quando foi surpreendido dentro do consultório. Ele chegou a ser socorrido pelos próprios colegas, mas não resistiu aos ferimentos.



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Credito da foto:arquivo pessoal

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