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sábado, setembro 11, 2021

Vinte anos do 11 de setembro ✈️ O que mudou na segurança dos aeroportos do Brasil✈️





Enquanto ANAC destaca que os aeroportos do país estão preparados para combater ataques similares aos ocorridos nos EUA, especialista acredita que Brasil tem muito a evoluir


Dia 11 de setembro de 2001. Tragicamente, esta data entrou para a história da humanidade por causa dos ataques terroristas às torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York, nos EUA. O dia é tão marcante que especialistas afirmam que ele é o marco inicial do século XXI.

Vinte anos depois, 1.647 vítimas fatais foram identificadas, o terrorista Osama Bin Laden, que assumiu a autoria dos ataques, foi morto e muitas homenagens póstumas foram feitas - tanto nos EUA como em outros países.

No entanto, depois do atentado, será que a segurança dos aeroportos de outros países foi reforçada para evitar novos ataques similares aos que ocorreram em Nova York? O iG questionou a Agência Nacional da Aviação Civil (ANAC) para saber o que mudou nos aeroportos brasileiros desde o dia 11 de setembro de 2001.

De acordo com a ANAC, internacionalmente, as ações de resposta aos ataques ocorridos na aviação, em 11 de setembro às Torres Gêmeas, nos Estados Unidos, foram coordenadas pela Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), uma agência especializada da ONU para o setor.

Ainda segundo a agência, em linhas gerais, os regramentos mundialmente aceitos pelos países foram aprimorados, buscando incrementos de segurança por meio das seguintes ações: capacitação dos profissionais envolvidos nas atividades de segurança, utilização de equipamentos mais modernos, limitação da entrada de materiais proibidos nas áreas restritas de segurança, atuação coordenada dos órgãos dentro de cada país, bem como o reforço na fiscalização da aviação civil.

Capacitação de profissionais

Sobre a capacitação dos profissionais do setor, a ANAC ressaltou que eles são submetidos a uma certificação prévia para o desempenho das funções nos aeroportos e aeronaves. "Com destaque para o Agente de Proteção de Aviação Civil (APAC), profissional facilmente identificado pelos passageiros em atuação nos canais de inspeção dos aeroportos brasileiros".

Equipamentos

A agência afirmou que houve uma evolução dos equipamentos de inspeção e de segurança utilizados: raio-x, pórticos detectores de metais e circuitos fechados de TV. "Tal evolução é contínua, com objetivo de assegurar que as operações aéreas transcorram de forma segura, observando as melhores práticas internacionais", continuou a ANAC.

Atuação coordenada

No Brasil, foi instituída a Comissão Nacional das Autoridades Aeroportuárias (CONAERO), órgão que atua sob a responsabilidade do Ministério da Infraestrutura. A comissão engloba seis Ministérios e duas agências reguladoras. Entre outras competências, o órgão elabora, implementa e revisa o Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita.



Foto :::: Reprodução / Ilustrativa 

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