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sexta-feira, outubro 22, 2021

Mulher que mandou matar o próprio filho de sete anos em troca de sexo é presa seis anos após o crime


A polícia de Alagoas prendeu, na quarta-feira (2o/10), Alexsandra Moura da Silva, acusada de mandar matar o próprio filho em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador. O crime aconteceu em 2015 e foi cometido pelo padrasto dela - em troca pelo homicídio, ela prometeu "uma noite de sexo".


Ela foi localizada na cidade de Maribondo, em Alagoas, onde ocorreu a prisão, e ainda não há informações de quando ela será recambiada para a Bahia. "Só espero que ela venha pagar por todos os erros dela. A justiça de Jeová, de Deus, nunca falha!", comemorou Terezinha Maia, avó do menino Carlos Henrique Maia Moura dos Santos.

RELEMBRE

O pequeno Carlos Henrique morreu em janeiro de 2015. Dois dias antes de seu corpo aparecer boiando em um córrego no bairro da Bomba, em Camaçari, a mãe dele, Alexsandra, registrou um boletim de ocorrência relatando o desaparecimento.

A delegada responsável pelo caso, Maria Tereza, na época titular da 4ª Delegacia de Homicídios (DH), desconfiou da mãe, que se contradizia por diversas vezes em relação ao momento em que notou o desaparecimento do filho. O companheiro dela na época chegou a ser detido provisoriamente, mas apresentou um álibi.

A confirmação de que Alexsandra tinha envolvimento só aconteceu em agosto de 2016, quando José Nilton Pereira da Silva, ex-companheiro da avó da vítima, confessou ter cometido o crime. Durante o ano que passou sem ser descoberta, Alexsandra fez apelos em diversas emissoras de TVs baianas, incluindo a TV Aratu.

José Nilton confessou ter matado o garoto asfixiado e jogado o corpo no rio a mando da mãe da criança. Em troca, ele receberia "uma noite de sexo" de Alexsandra - pagamento que nunca ocorreu, segundo o depoimento dele. José Nilton está preso e foi condenado a 28 anos de prisão.

Já Alexsandra, condenada a 32 anos de prisão, é considerada foragida desde 2017. Na época, mesmo foragida, deu uma entrevista a TV Aratu dizendo ser inocente. Agora, deve cumprir pena em um presídio baiano


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Credito da foto:arquivo/Aratu ON

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