ITABUNA @ QUANDO A VIDA NÃO SIGNIFICA NADA # Mãe acusada de esquartejar filho consegue liberdade provisória - Observador Independente

BAHIA

28 de agosto de 2018

ITABUNA @ QUANDO A VIDA NÃO SIGNIFICA NADA # Mãe acusada de esquartejar filho consegue liberdade provisória

Crédito da foto Reprodução 




Após uma audiência de custódia realizada nesta segunda-feira (27), em Itabuna, a mulher acusada de matar e enterrar o filho, um bebê de um mês, conseguiu liberdade provisória, segundo a informação dada ao G1 da Polícia Civil e a confirmada pela Justiça. 

A mãe, identificada como Rosemare de Oliveira, estava presa desde sábado (25), depois que os familiares denunciaram o desaparecimento da criança. De acordo com a direção da Vara do Júri de Itabuna, foi concedido a liberdade provisória pela 2ª Vara Crime porque a mulher ainda vai realizar um exame de constatação da sanidade mental. Até realizar o procedimento médico, ela continua a responder ao processo de infanticídio, em liberdade.

De acordo com a Justiça, o resultado do exame de sanidade mental é que deve definir se Rosemare será presa ou encaminhada para o hospital de custódia, em Salvador, para tratamento. Ela é ré primária. 

Caso

Rosemare de Oliveira, de 39 anos, foi presa suspeita de matar o filho de um mês e depois enterrar o corpo da criança embaixo de uma árvore, em Itabuna.

À polícia, a suspeita contou que enterrou o filho depois que ele passou mal e morreu. No entanto, após desenterrar a criança, policiais do Departamento de Polícia Técnica (DPT) descobriram que o menino havia sido esquartejado.

De acordo com a Polícia Civil, o crime foi descoberto depois que familiares da mulher denunciaram o desaparecimento do bebê. O menino tinha sido levado de casa por Rosemare e não retornou com ela.

De acordo com a polícia, a mulher sofre de depressão. Após revelar à polícia onde escondeu o cadáver do bebê, Rosemare levou os investigadores até o local. Ela aparece em um vídeo desenterrado os restos mortais da criança e diz que queimou o bebê depois de perceber que ele estava morto. A mulher, no entanto, nega ter usado um canivete para ferir o filho.

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