SALVADOR @ TJ aceita denúncia e médica envolvida em batida que matou professora de dança na BA se torna ré - Observador Independente

BAHIA

21 de septiembre de 2018

SALVADOR @ TJ aceita denúncia e médica envolvida em batida que matou professora de dança na BA se torna ré

Justiça marca julgamento da médica acusada de provocar a morte de dançarina em Salvador
Crédito da foto / Rede Social Facebook   / Divulgação   




O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) aceitou denúncia do Ministério Público do estado (MP-BA) e tornou ré a médica que provocou o acidente em que a professora de dança Geovanna Alves Lemos, de 41 anos, morreu, em Salvador.

A informação foi divulgada pelo TJ-BA nesta quinta-feira (20). Segundo o órgão, o julgamento da médica foi marcado para o dia 7 de fevereiro de 2019. Rute Nunes Queiroz, de 49 anos, segue em liberdade.

A médica foi denunciada por homídio culposo e lesão corporal culposa, quando não há intenção de matar e ferir.
Acidente ocorreu em março deste ano — Foto: Reprodução/TV Bahia



Caso

A professora de dança morreu no dia 15 de março deste ano, na Avenida ACM, no bairro da Pituba. Ela estava a caminho de uma escola onde ensinava balé, em um mototáxi, quando o veículo foi atingido pelo carro da médica Rute Queiroz.

A vítima morreu na hora. Já o mototaxista ficou ferido. Ele foi socorrido e levado para um hospital da região.

A médica permaneceu no local do acidente até a chegada da polícia. Ela foi encaminhada para a 16ª DT, onde prestou depoimento. Em seguida, a mulher foi liberada, após pagamento de fiança. O valor não foi divulgado. Rute foi indiciada em maio deste ano.
Motocicleta foi atingida por carro — Foto: Reprodução/TV Bahia


Na época, a mãe da professora de dança, conhecida como dona Vidinha, de 73 anos, soube que a filha havia morrido ainda a caminho do local do acidente, dentro de um táxi.

Segundo familiares, o táxi em que a idosa estava parou em um semáforo e, por coincidência, um taxista passou ao lado do veículo e orientou o colega a não seguir pelo caminho porque o trânsito estava complicado em decorrência da morte de uma mulher em uma batida.

De acordo com a família, ela sabia que a filha havia sofrido um acidente porque um policial usou o celular da vítima para pedir para a mãe para ir ao local, mas não disse sobre o falecimento. Quando ela chegou ao local, constatou o fato e passou mal.

Geovana era filha única. Ela morava com a mãe no bairro da Barra, na capital baiana.

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