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domingo, fevereiro 20, 2022

Brasileira de 32 anos é presa nos EUA por invadir o Capitólio



Leticia Vilhena Ferreira flagrada entre os apoiadores do ex-presidente Trump durante a invasão.



Uma brasileira foi presa nesta quarta-feira, 16, por participar da invasão ao Capitólio, em janeiro do ano passado em Washington, nos Estados Unidos. Segundo informações do "O Globo", Letícia Vilhena Ferreira, de 32 anos, foi flagrada dentro da sede do Legislativo americano quando o prédio foi invadido por apoiadores do ex-presidente Donald Trump.

Os policiais prenderam a mulher em sua casa, na cidade de Indian Head Park, no estado de Illinois. Em janeiro de 2021, a brasileira tinha deixado sua cidade e se dirigido para a capital americana com o objetivo de ver o discurso de Trump em frente ao parlamento. Na ocasião, militantes apoiadores do republicano invadiram a sede do Legislativo.

As investigações tiveram acesso a mensagens trocadas por Letícia em seu telefone, em uma das conversas, ocorrida no dia seguinte à invasão ao Capitólio, a brasileira conversa sobre o assunto e afirma que foi "irresponsável" ao participar da invasão. "Eu fui tão irresponsável de andar até lá. Eu estava com uma família legal. Um senhor e dois filhos. Caminhada pacífica", disse Letícia.

A brasileira é acusada de entrar ou permanecer conscientemente em qualquer prédio ou terreno restrito sem autorização legal, e entrada violenta e conduta desordeira nos terrenos do Capitólio.

Imagens que foram anexadas ao processo mostram Letícia no prédio, usando uma jaqueta camuflada e um gorro vermelho com o nome do então presidente Trump. Em um dos vídeos ela está na Cripta do Capitólio, local onde os invasores pararam e gritaram palavras de ordem. De acordo com a denúncia, Letícia aparentemente não participou de nenhum ataque aos policiais.

Segundo o jornal "O Globo", o Departamento de Justiça disse em janeiro que mais de 225 pessoas foram acusadas de agredir, resistir ou obstruir oficiais ou funcionários do governo durante o ataque de 6 de janeiro. Aproximadamente 150 policiais foram agredidos naquele dia e quatro policiais se suicidaram após o ataque, segundo o Departamento de Justiça.



Foto ::: Divulgação 

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