MORRÃO FUMEGANTE 🍁 Deputado federal Igor Kannário acende cigarro de maconha no meio de entrevista a podcast e fala de prisão polêmica em 2015; assista🍁 - Observador Independente

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quinta-feira, março 17, 2022

MORRÃO FUMEGANTE 🍁 Deputado federal Igor Kannário acende cigarro de maconha no meio de entrevista a podcast e fala de prisão polêmica em 2015; assista🍁


O cantor e deputado federal Igor Kannario (UB) voltou a criar polêmica em relação ao uso de maconha. Durante a gravação ao vivo do 'PodSer', podcast do portal Metrópole comandado por Chico Kertész e James Martins, na quarta-feira (16/3), ele acendeu sem cerimônias um cigarro do entorpecente.


O público que acompanhava reagiu com críticas nos comentários. Uma das pessoas perguntou se o cigarro "era um baseado", e o perfil oficial de Kannário respondeu que era um "cigarro normal". Apesar disso, ele pegou o objeto para exemplificar quando foi preso com maconha, em 2015. "Era um um cigarro de maconha igual a esse aqui. Muito pouco para prender alguém", disse.


Ele contou que acredita que sua prisão tenha sido encomendada, pois a erva não era dele, em suas palavras. "Tinham que me encaminhar para a delegacia mais próxima, que era a 2º Delegacia Territorial, mas não, me levaram pra 37º [DT] primeiro. Me colocaram numa sala, onde tiraram uma foto [...], botou em cima da mesa um 'pacotão' de maconha que não era meu. Se fosse meu, eu assumo minhas 'paradas', diria 'era meu' e acabou", narrou, segurando o cigarro.

"Não apresento nem apresentava, nem naquele tempo nem agora, nenhum tipo de ameaça a sociedade. Foi armado! Foi mandado por birras, porque existem pessoas que acordam sem gostar da gente do nada. Eu tenho esse carma. Eu lembro que fizeram uma ligação para uma pessoa e falaram 'seu passarinho tá na gaiola'. Juro pelos meus filhos", continuou o cantor, acrescentando que foi solto por pressão dos fãs.

Ele acrescentou que foi direto levado ao Complexo Penitenciário da Mata Escura, sem a presença de um advogado, com direito a "macacão amarelo" e cela com outras sete pessoas. "Parece que eu fiquei um mês, mas foi só um dia, porque um juiz viu que não era legal o negócio que estavam fazendo comigo", contou.

O político também falou sobre sua reação com a Polícia Militar, em que hora chamada de "heróis" e noutras dispara críticas."Eu não tô generalizando não, mas tem policial ai que não devia ser policial não. Tem policial ai que é perverso, covarde. É isso que eu acho errado e ficam pegando essa cruz e jogando no meu colo pra parecer que eu sou fora da lei", se defendeu.


Credito da foto:Pod.ser/Metrópole

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