ASSASSINATO LIGADO AO ATACADÃO ATAKAREJO 🏴‍☠️ TJ-BA está a frente do processo, que tramita sob segredo. Caso completou um ano em 26 de abril🏴‍☠️ - Observador Independente

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sábado, abril 30, 2022

ASSASSINATO LIGADO AO ATACADÃO ATAKAREJO 🏴‍☠️ TJ-BA está a frente do processo, que tramita sob segredo. Caso completou um ano em 26 de abril🏴‍☠️




Um ano após o assassinato brutal de dois homens, acusados de furtar carnes no dia 26 de abril no supermercado Atacadão Atakarejo, no bairro de Amaralina, a mãe de um deles conta que está se sentindo abandonada, ainda sem conclusão do caso na Justiça.


De acordo com Elaine da Costa Silva, 38, mãe de Yan Barros, depois da última audiência judicial, ocorrida em novembro de 2021, ela não teve mais nenhuma notícia do andamento das investigações. Bruno Barros, tio de Ian, foi outra vítima.

"Eu fico muito chateada porque a gente fica sem saber o que está acontecendo, se prendeu alguém, se estão todos livres... não sei de nada", 

 lamenta Elaine. 

A vendedora ambulante afirma que o desamparo diante do crime que vitimou o seu filho contribui para aumentar a sua dor. "Sinto muita saudade. É muito triste, mesmo. Nunca antes pensei em passar por essa situação, nunca imaginei sentir essa dor que eu estou sentido hoje", diz.

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) está a frente do processo, que tramita sob segredo de Justiça. Duas ações são movidas pela Defensoria Pública da Bahia (DPE-BA), que presta assistência à família de Yan Barros. Enquanto uma, coletiva, pede uma indenização de R$ 200 milhões para reparação à população negra, que permitiria a criação de um fundo estadual de combate ao racismo, a outra, particular, solicita que o Atakarejo indenize a família do jovem, então com 19 anos.

Em relação a este processo, em trâmite na 9ª Vara Cível de Salvador, a última movimentação aconteceu em 28 de março de 2022, quando a Defensoria reforçou o pedido, em réplica aos advogados do Atakarejo. Ainda está pendente de decisão judicial. Com a mesma atualização, a ação coletiva pediu a suspensão do processo na Justiça comum, no entanto, após diversas tentativas, não houve conciliação, e a Defensoria pediu o prosseguimento do processo, com a intimação do Atakarejo.


Foto: Reprodução

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