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sexta-feira, abril 22, 2022

Roma monta a coligação mais fraca na Bahia de um candidato do presidente desde a redemocratização


Deputado federal e ex-ministro da Cidadania deve ter apenas dois partidos na sua aliança política: PL e PTB.


Postulante a governador da Bahia com o apoio de Jair Bolsonaro (PL), o deputado federal e ex-ministro da Cidadania, João Roma (PL), terá a aliança política mais fraca de um candidato ao governo, com apoio do presidente da República, desde a redemocratização do país, segundo levantamento feito pelo Metro1.

Além do PL, Roma tem, até o momento, na coligação apenas o PTB, que, inclusive, ameaça romper politicamente caso não indique o vice-governador da chapa bolsonarista. Com tão somente dois partidos, este é o arco de alianças mais enxuto de um candidato do presidente da República a disputar o governo da Bahia. Em média, os postulantes a governador, que tiveram apoio do chefe do Palácio do Planalto, tiveram oito partidos na coligação.

Foi o caso de Jaques Wagner (PT), que foi apoiado por Lula (PT), em 2010, e Rui Costa (PT), que teve o aval de Dilma Rousseff (PT), em 2014. Ambos tiveram oito legendas na coligação. Wagner contou com os apoios de: PRB/PP/PT/PDT/PSL/PHS/PSB e PCdoB. Já Rui teve: PT/PP/PSD/PDT/PR/PCdoB/PTB/PMN.

Em 2006, quando teve sua primeira vitória, Wagner montou a coligação mais forte, também sustentada por Lula. O petista teve nove siglas: PT/PMDB/PCdoB/PSB/PPS/PV/PT/PMN e PRB.

Na eleição de 1990, o presidente Fernando Collor apoiou Antonio Carlos Magalhães, que teve uma aliança com seis legendas: PFL/PDS/PTB/PL/PDC/PST.

No pleito de 2018, o presidente Michel Temer (MDB) não teve candidato na Bahia. Isso ocorreu também em 1994, com Itamar Franco, e quatro anos antes, em 1986, com José Sarney (MDB).

Na eleição de 1998, Fernando Henrique Cardoso (PSDB) teve um palanque duplo, com João Durval Carneiro (PDT) e César Borges (PFL). Ambos tiveram coligação com 9 partidos.



Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

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