🤮 Partido PROS na Bahia e a prática de estelionato eleitoral para sobreviver; João Roma é a próxima vítima🤮 - Observador Independente

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terça-feira, maio 17, 2022

🤮 Partido PROS na Bahia e a prática de estelionato eleitoral para sobreviver; João Roma é a próxima vítima🤮






O partido PROS trocou recentemente a sua direção estadual. Por consequência todos os diretórios e comissões municipais provisórias foram destituídos pela nova direção partidária no Estado.


Até então nenhuma novidade, e a lógica política diz que a nova direção estadual tem o compromisso com a Direção Nacional do partido de reestruturar a sigla no estado, o que para isso, exige a nomeação de novas comissões provisórias, digamos, “de confiança” da nova direção que chega.

Ocorre, que ao iniciar os trabalhos na Bahia, a nova comissão estadual começou fazendo reuniões em vários municípios, inclusive em Camaçari e Dias D’Ávila, quando solicitou o apoio de grupos políticos nestas regiões.

O que estes grupos certamente não sabiam, é que seriam usados como “bois de piranhas” da nova direção estadual do PROS para se apresentar como força política no estado e à frente de possíveis candidatos ao governo do estado.

Centenas de filiações partidárias foram feitas junto à sigla por grupos novos que se juntaram à nova direção estadual, entre eles o Grupo da cidade de Dias D’Ávila, na RM Salvador, que depois de entregar as dezenas de filiações partidárias simplesmente viu o PROS sumir do radar e não dar nenhuma satisfação.

Mas as filiações foram todas contabilizadas no TSE, menos as comissões provisórias nestas cidades, conforme o acordo em reunião que aconteceu em Camaçari, na sede do Instituto IFAM.

A prática de estelionato eleitoral é citada neste artigo, considerando que existem várias formas de estelionato, tanto os diretos, tipificados pelo artigo 171 do Código Penal Brasileiro, tanto como os derivativos.

O partido político PROS/BA, enganou centenas de pessoas no Estado prometendo, em troca de filiações partidárias, Comissão Provisória do partido em várias cidades. Ganhou as filiações e deixou eleitores na mão. Bandidos estelionatários. 


A prática de todas as espécies de estelionato, não se aplica apenas a “cheques sem fundo”, conforme vemos, já que o Artigo 171 do CPB é bem claro:

Art. 171 - Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento: Pena - reclusão, de um a cinco anos, e multa.

Isto posto, foi praticado estelionato Eleitoral, também conhecido como giro político (policy switch), que é um conceito da Ciência Política utilizado para descrever os casos de candidatos eleitos (ou que pretendem se eleger) com uma plataforma ideológica que, após a eleição, adotam um programa de signo ideológico contrário, ou fogem dos compromissos.

Neste caso específico, o PROS na Bahia, através de sua direção estadual, utilizou-se da boa fé das pessoas, causando, inclusive, prejuízos políticos, financeiros, e principalmente da credibilidade alheia, já que houve ampla mobilização para a filiação de eleitores.

Os criminosos utilizaram lábia e influência para convencer as vítimas a fazer centenas de filiações partidárias para se beneficiarem. O próximo golpe deduz-se, esta em andamento, quando, com estas filiações em mãos, já negocia apoio ao candidato ao governo do estado, João ROMA (PL).

É necessário esclarecer que para que haja estelionato, é preciso quatro condicionantes: vantagem ilícita para quem comete o delito; prejuízo para a vítima; uso de malícia para enganar e indução da pessoa ao erro. O que o PROS fez com eleitores destas duas cidades (pode haver muitas outras cidades na mesma situação) é vergonhoso.

Não resta a menor dúvida que estão incursos no Art. 171 do CPB e podem, comprovadamente, serem tachados de estelionatários, alias, diga-se que não é nenhuma novidade um partido político agir dessa forma, mas estes profissionais levaram tudo muito à sério e longe demais, prejudicando centenas de pessoas.

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